quarta-feira, 10 de agosto de 2016

SEGUNDA EDIÇÃO DA PROVINHA BRASIL TERÁ APENAS VERSÃO DIGITAL

Neste ano, a segunda edição da Provinha Brasil terá apenas a versão digital e, no ano que vem, a avaliação será suspensa, segundo nota do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O texto, assinado por Maria Inês Fini, presidente do órgão, informa que as decisões foram tomadas devido a restrições financeiras e "em razão das alterações curriculares que envolvem a Base Nacional Comum Curricular".

O exame existe desde 2008 e é destinado a avaliar a aprendizagem em Língua Portuguesa e Matemática de alunos do 2º ano do Ensino Fundamental de escolas públicas do país. Ela é aplicada pelas próprias instituições duas vezes ao ano, no início e no final. Ao contrário da Prova Brasil, a adesão à Provinha é opcional. A decisão de participar ou não é das secretarias municipais e estaduais de Educação.

As escolas que realizarão o exame poderão acessar o material da segunda edição no portal do Inep a partir do dia 15 de agosto. Dúvidas podem ser enviadas para o e-mail provinha.brasil@inep.gov.br.

Outra avaliação

No final de julho, o Inep anunciou a aplicação da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA), outra avaliação externa voltada para estudantes dos anos iniciais do Ensino Fundamental. O exame, que acontecerá entre 14 e 25 de novembro, analisa o aprendizado de alunos do 3º ano de todas as escolas públicas urbanas e rurais com pelo menos dez estudantes matriculados por turma.

Quando a ANA foi criada, em 2013, alguns educadores questionaram a necessidade da prova, uma vez que já existia a Provinha Brasil, cujos resultados chegavam mais rápido aos gestores e professores. A maior vantagem da ANA seria o caráter censitário e o maior controle do governo sobre essa etapa da escolarização.

Com Nova Escola

OFERECER PRÊMIOS NÃO FAVORECE A APRENDIZAGEM

Quem é disciplinado pode ganhar um videogame. Quem tira notas altas recebe dinheiro. Por mais estranho que pareça, algumas escolas usam a premiação para incentivar determinadas ações por parte dos alunos. A prática de distribuir prêmios não é educativa e, além disso, mascara os verdadeiros problemas de aprendizagem.

Dar presentes para quem tem bom comportamento, por exemplo, pode esconder a dificuldade da equipe pedagógica em tratar as atitudes dos estudantes como um conteúdo - por isso "compra" a disciplina com um brinde. Para solucionar questões como essa, é preciso voltar-se para a formação dos alunos como pessoas conscientes de seu papel na sociedade e no contexto escolar.

Já quem premia o bom desempenho demonstra não saber ensinar a crianças e jovens a importância do conhecimento. E ainda existe o perigo de passar a ideia de que apenas notas altas são sinônimo de aprendizagem. Há alunos que têm dificuldades com certos conteúdos, mas se empenham em aprender. "Os prêmios valorizam apenas o resultado e não o processo e o esforço de cada um", diz Sandra Kraft do Nascimento, pedagoga e psicopedagoga clínica, de São Paulo. Cabe aos gestores e professores descobrir como cada aluno aprende e promover maneiras de atender à diversidade.

Há ainda a premiação por meio de concurso: vira rei ou rainha da escola quem vender mais ingressos para a festa junina ou arrecadar mais dinheiro para a compra de um computador. Ou ganha um brinde quem fizer a fantasia mais bonita para a festa de Carnaval. Nesse caso, o risco é alimentar a competição e beneficiar quem tem mais poder aquisitivo. Uma alternativa é propor ações que estimulem a cooperação e sejam de cunho educativo. "O importante é não perder o foco na formação das crianças e pensar sempre no que elas estão aprendendo com cada uma das propostas", lembra Sandra.

Com Nova Escola

quarta-feira, 20 de julho de 2016

É O QUE ACONTECE QUANDO O DICIONÁRIO VIRA CALÇO DE CARTEIRA

O e-mail que recebi começa assim:

"Aí vai um desafio para quem quiser testar seus conhecimentos de língua Portuguesa. Trata-se de um teste realizado em um curso na American  Airlines. Na frase abaixo deverá ser colocado 1 ponto e 2 vírgulas  para que a frase tenha sentido. 

PENSE antes de ver a resposta que está no final da página. Afinal,  assim não seria um teste.
Essa já é difícil para brasileiro. Imagine para americano..."

Entendeu? Daqui a pouco coloco a frase. A parte riscada não interessa à apresentação aqui no blog.

Vou só comentar que a idéia implícita é que a Língua Portuguesa é osso duro de roer e às vezes não entendemos uma ou outra comunicação por causa da sua estrutura.

Bem, eis a frase, para você que ainda não entrou em contato com esse e-mail.
" MARIA TOMA BANHO PORQUE SUA MÃE DISSE ELA PEGUE A TOALHA."

 Seguindo-se a orientação deixada na consígnia, você tem que encontrar na frase locais para se colocar "(1) ponto", que, como não está claro a que ponto se refere o autor da questão, devemos entender que seja o ponto-final, e "(2) vírgulas", levaremos em conta que o autor não nos deixa à vontade para colocarmos mais do que a quantidade de pontuação estipulada.

Aí vem nova recomendação para você não correr para o fundão do e-mail e olhar a resposta antes de tentar acertar e, enfim, após umas linhas em branco...

RESPOSTA :  Maria toma banho porque sua. Mãe, disse ela, pegue a toalha.

E após a resposta, a seguinte explicação:

A 'pegadinha' está no fato do uso do verbo suar, confundindo com o  pronome possessivo (sua).. A Língua Portuguesa é fogo, mesmo.

He! He! Para mim a pegadinha está em tudo. "Maria toma banho porque sua." e "Mãe, disse ela, pegue a toalha." deveriam ser escrito assim: 


CABEÇA DE FACEBOOK

A rede social Facebook é mais do que um ambiente na internet onde as pessoas se encontram para bater papo, mostrar o que estão aprontando, aonde estão indo, o que estão aprendendo dentre outras coisas.

No ambiente o mundo parece ser perfeito. A gente nem consegue entender porque há tanta violência e tragédia aparecendo na televisão ou nos jornais. Dá até vontade de não largar o Facebook porque o mundo ali parece ser melhor. E a gente ainda consegue voltar ao passado e encontrar os amigos que não víamos há anos!

Bem, acontece que o cidadão facebookiano já virou uma raça. Não são humanos mais. Pudera, pelo menos no ambiente ninguém é de carne e osso. Só ideologia. Que a gente nem sabe se realmente condiz com o corpo e alma que escreve, mas voilá, que seja. Na pior das hipóteses há uma curiosidade ou um conhecimento vindo do cara que a gente pode assimilar. Vamos ver as principais características que descrevem o facebookiano?

1. No Facebook ninguém é racista. Se o Hitler ou a Ku Kux Klan estivessem vivo ou na ativa e colocassem perfil na rede eles teriam milhares de seguidores. No mundo real iam tudo seguir para a fornalha ou para a forca em se tratando de Brasil, onde a maioria das pessoas são negras autênticas ou mestiçadas!

2. No Facebook o Brasil é um país espírita, seguido de perto pelos protestantes. E a turma do Dalai Lama vem em melhor posicionamento do que o pessoal do catolicismo. E todo mundo por ali parece praticar o bem, como bons cristãos, amam o próximo e servem a Deus. Só as guerrinhas entre igrejas é que prevalecem.

3. A linguagem utilizada no Facebook é o sermãonês. É. Porque todo mundo ali adora pagar um sermãozinho para o outro que entrou na rede dele e ele às vezes nem conhece, nem sabe se tal pessoa passa por tal necessidade de se ouvir o tal sermão disparado. E tem que ser com cara de mensagem indireta, "essa é para você", senão a coisa não funciona.

4. No Facebook a conscientização social existe. É um mundo perfeito. Todo mundo vota bem, alerta contra os candidatos que eles acabam votando neles. Ajudam a procurar pessoas desaparecidas. Denunciam corrupção, táticas de criminosos, golpes de empresas. Até o Governo passa por maus lençóis no Facebook. Só não dá para entender porque o Governo continua conseguindo tudo o que ele quer.

5. No Facebook todo mundo preocupa com a natureza. Fato! Talvez por ser um ambiente virtual a gente não vê papel no chão, fumaça de cano de descarga, CFC exalando dos freezers para deixar a ice vodka bem geladinha para se tomar durante a balada na boate nova que abriu. Ah: e ninguém faz barulho com seus carros na rua, com o celular nos transportes públicos ou com o som da sala da casa dele. Silêncio total, poluição sonora zero!

6. No Facebook futebol é só um instrumento para chacotar o outro ou para achar-se superior. É isso mesmo! O cara acha que o time dele tá melhor então ele aproveita para tirar sarro do colega que torce para o time rival. Se o time do rival, porventura, visitando a história, tiver melhores conquistas, aí o cara vai à forra e faz um levantamento geral, encontrando as informações nos bancos de dados que armazenam informações fúteis, e mostra para rede toda que o "alegrinho" da atualidade tem muito ainda para tirar. Ou seja: essa besteira, no Facebook é que nem na rua mesmo! Engraçado é que todo mundo no Facebook acha que campeonato de futebol é uma farsa, mas continua contribuindo com ela.

7. No Facebook todo mundo é vendedor, designer, chargista ou publicitário. Creio que deva ser bastante difícil você conseguir um pedreiro, um encanador ou uma cozinheira na rede.

8. No Facebook todo mundo tem dinheiro. É. Parece que só o fato de você ter um perfil em um ambiente cibernético que necessita o uso de uma boa conexão, um bom computador ou um bom celular já diz para qualquer um que o usuário não é pouca bosta. Convenhamos: ninguém está mentindo, afinal o ambiente é virtual, a mentira é permitida. E depois, se a pessoa não tiver nem mantimentos na geladeira, pois a grana do mês só deu para pagar o provedor de acesso, não vai fazer a menor diferença. Esqueceu que no Facebook ninguém come?

9. No Facebook todo mundo é bonito. Independente da possibilidade de se abusar do Photoshop para dar aquela produzida na foto do perfil, ninguém no Facebook veste mal, penteia mal, tem mau cheiro ou tem pereba no corpo. Já leu alguém por ali falando sobre isso? Ah: mas que escrevem mau, ah, isso sim!


10. No Facebook todo mundo quer ser amigo. Pintou uma carinha do lado sugerindo que você adicione o perfil como amigo, tá lá o clique aderindo. O mesmo acontece se aparecer um recado de alguém querendo ser um amigo. Legal isso: a gente lota o perfil de pessoas e a grande maioria nem tasca para a gente, só aproveita para encher o seu mural de tudo isso que vimos aí para cima.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

MENSAGEM DE ANIVERSÁRIO AO PREFEITO JAMES BEL.

Hoje, é um dia especial para os martinopolenses que registram e parabenizam por mais um ano de existência o seu gestor James Martins Pereira Barros, (James Bel).

Feliz Aniversário, que o tempo seja sempre o seu melhor parceiro, trazendo serenidade, equilíbrio e sabedoria, que lhes darão a receita ideal de como viver a vida, aproveitando o melhor que ela tem a oferecer.

Que as conquistas do passado lhe tragam à lembrança, não só alegrias, mas também a força e o entusiasmo para superar eventuais obstáculos e implementar os mais importantes projetos para o futuro. Continue mudando a forma de fazer política em Martinópole, administrando com transparência, cuidando dos bens e das causas públicas e respeitando a todos sempre pautado na humildade e na força de vontade de sempre fazer o bem.
Que Deus ilumine seus caminhos para que prossiga na trilha do bem, trabalhando cada vez mais em prol da sua terra e da sua gente.

Muita saúde, amor, paz, fé, esperança, alegrias e prosperidade!

São os sinceros votos de um povo que continua acreditando numa Martinópole melhor para todos, porque Juntos Podemos Mais!

quinta-feira, 30 de junho de 2016

O DILEMA HUMANO DIANTE DA VERDADE

No cotidiano nos deparamos com dilemas que envolvem mentir ou proferir a verdade. “Devo cumprir a promessa x que fiz ao meu amigo Y, embora hoje perceba que o cumprimento me causará certos prejuízos?”, pergunta o filósofo Adolfo Sánchez Vásquez (1992, p.5). “Devo dizer sempre a verdade ou há ocasiões em que devo mentir? Quem, numa guerra de invasão, sabe que o seu amigo Z está colaborando com o inimigo, deve calar, por causa da amizade, ou deve denunciá-lo como traidor?” (ibid.) Imagine-se no lugar de x ou do amigo de Z, o que você faria? Você profere a verdade o tempo todo, em todas as circunstâncias? Como afirma Vásquez: “Se um indivíduo procura fazer o bem e as consequências de suas ações são prejudiciais àqueles que pretendia favorecer, porque lhes causa mais prejuízo do que benefício, devemos julgar que age corretamente de um ponto vista moral, quaisquer que tenham os efeitos de sua ação?” (ibidem, p.6) Imagine um indivíduo que acredita piamente que está com a razão e persiste em sua atitude, mesmo consciente de que sua ação é prejudicial ao outro. É correto resguardar a verdade à custa do sofrimento do outro?

A verdade deve ser sempre o critério que orienta a prática humana? Nas relações humanas, pais e filhos, marido e esposa, professores e alunos, entre colegas de trabalho ou mesmo entre amigos, é sempre a verdade que predomina? Você suportaria ouvir o que realmente pensam a teu respeito? Você é capaz de ser franco e dizer exatamente o que pensa às pessoas que ama, aos seus amigos e colegas, ainda que sob o preço de que suas palavras os façam sofrer e com o risco do afastamento? Quantas amizades, casamentos, relacionamentos humanos resistem à sinceridade? Recordo de um casal que conheci na juventude. Recém-casados, prometeram um ao outro que seriam sinceros, que contariam um ao outro se houvesse infidelidade conjugal. E assim o fizeram diante do primeiro caso extraconjugal. O casamento entrou em crise e, mesmo com tanto amor, racionalidade e compreensão mútua, não resistiu. Como afirma o ditado popular, “o que os olhos não veem, o coração não sente”. Há situações em que a verdade é insuportável.

“A sinceridade é uma virtude que devemos somente a nós mesmos. Praticá-la com os outros é um suicídio”, escreveu Vargas Vila.* Se pensarmos bem, para além do moralismo e da pretensão à santidade, é muito difícil dizer e ouvir a verdade. Esta pode ser muito dolorosa e destrutiva. Talvez por isto, em determinadas circunstâncias, a mentira ou a omissão sejam não apenas preferíveis, mas uma necessidade social. Se as pessoas fossem verdadeiramente francas o tempo todo, em todos os contextos, as relações humanas se deteriorariam e a sociabilidade não se sustentaria. Se pensarmos bem, em geral nos enganamos mutuamente, resguardamos as aparências e agimos como se pisássemos em cristais sem assumirmos o risco de quebrá-los. A franqueza pode gerar rupturas, feridas que não cicatrizam, sofrimentos desnecessários.

Não quero fazer apologia à mentira, mas desconfio dos que se imaginam santos, dos que se apegam às verdades absolutas transformadas em normas rigorosas e orientadoras das práticas morais nas relações humanas. Temo os que colocam a sua verdade acima do humano e, em nome da verdade, provocam sofrimentos humanamente evitáveis. Às vezes é preciso mentir – ou omitir – para proteger a quem amamos ou simplesmente alguém que precisa de nós. Afinal, quem consegue ser verdadeiro – franco e autêntico – o tempo todo, em todas as circunstâncias? Quem nunca mentiu, omitiu ou, simplesmente, agiu segundo as necessidades das aparências?
  
Referências
 Ozair
BAZZO, Ezio Flavio. Assim falou Vargas Vila. Brasília: Companhia das Tetas Publicadora, 2005.

VÁSQUEZ, Adolfo Sánches. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1992.


* In BAZZO, Ezio Flavio. Assim falou Vargas Vila. Brasília: Companhia das Tetas Publicadora, 2005, p. LXXXIII.

terça-feira, 21 de junho de 2016

PARE DE FOFOCAR

Quantas vezes eu vejo uma pessoa fofocando mas sempre com o discurso de “vc é confiável preciso desabafar” ou “vc é uma pessoa de oração” ou “me dê uma luz nessa situação”.
Só que vc vê essa pessoa com o mesmo papinho furado com um monte de gente.
Isso nada mais é do que FOFOCA e não andar na luz.
“Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado.”
(1 João 1:7)
A Bíblia é clara quando manda vc resolver um assunto direto com a pessoa envolvida, por mais difícil que seja “chegar nela”.

“Se o seu irmão pecar contra você, vá e, a sós com ele, mostre-lhe o erro. Se ele o ouvir, você ganhou seu irmão.
Mas se ele não o ouvir, leve consigo mais um ou dois outros, de modo que ‘qualquer acusação seja confirmada pelo depoimento de duas ou três testemunhas’.
Se ele se recusar a ouvi-los, conte à igreja; e se ele se recusar a ouvir também a igreja, trate-o como pagão ou publicano.”
Mateus 18:15-17

Você não está ajudando quando fofoca! Você não tem boas intensões quando fofoca.
Vc simplesmente quer trazer pessoas pro seu lado, pra sua visão.
RESOLVA SEUS PROBLEMAS DIRETAMENTE COM QUEM VC TEM PROBLEMA.
Seja cristão, haja como cristão.