domingo, 27 de fevereiro de 2022

HIPOCRISIA – a arte de exigir dos outros aquilo que não se pratica

 

Os jogos começaram, a cada 4 anos a velha política sai da toca para as custas de artilharia pesada de calunias e difamações tomar o poder de assalto (de assalto literalmente rsrsrs). Como a gente sempre diz: “essa velha política nós tiramos de letra”. E porque temos essa tranquilidade no enfrentamento desse período eleitoral?: porque a nossa postura é outra, a postura de quem se ampara em resultados, em melhorias, coisas que podem ser vistas e comparadas...esse é o diferencial cada vez mais exigido dos políticos e gestores públicos.

 

Infelizmente os nossos adversários políticos não possuem a mesma postura, ao invés de mostrar suas obras e conquistas, preferem os escombros sórdidos das redes sociais para tentar de alguma forma se esgueirar sorrateraimante ao poder, para novamente levar o nosso município ao estado lastimável que todos já conhecem e lembram bem como encontramos.

 

Só para refrescar nossa memória, todos lembram dos anos obscuros em que Martinópole mergulhou recentemente, sempre envolvida em desvios, descasos, escândalos e mau caratismo, alguém ai já se esqueceu dos ....

 

Pois bem...esses mesmos que agora munidos de toda hipocrisia se acham no direito de cobrar e apontar aquilo que nunca fizeram:  


Sim...nós entendemos suas frustrações, no lugar de vocês também estaríamos desconfortáveis diante das conquistas dos desafetos políticos: deve ser frustrante ver que com menos funcionários, com a crise econômica e com todas as adversidades a cidade foi transformada, as secretarias estão de “vento em popa”, gerindo impecavelmente seu recurso, construindo, reconstruindo e transformando. Que simplesmente se reconstruiu o município, aquele mesmo município que foi entregue da forma mais precária que se poderia imaginar. Que não se perde mais verbas, que não se desperdiça recursos, que a olhos vistos pode se conferir o fruto do trabalho de uma equipe unida, capacitada, qualificada e gerida por um homem do interior que mostrou sua competência logo no primeiro mês de gestão...ao dar conta de reconstruir com maestria a destruição deixada como legado desse mesmo grupo político que hoje começa a botar as manguinhas de fora.,,

 

 (http://etceteraomnia.blogspot.com/)


Por que o Brasil continuará sendo um país corrupto

 

Porque já as eleições dos “nossos” representantes são realizadas de modo a institucionalizar o crime, pois os grupos econômicos, ao patrocinarem a eleição de Presidente, Governadores, Prefeitos etc., assim o fazem, como é natural, sob a condição de obterem financiamentos graciosos, participarem de licitações premiadas, privatizarem o espaço público, multiplicando lucros;

 

Porque num tal contexto, a política passa a constituir extraordinário atrativo para criminosos profissionais, em geral burocratas medíocres, desqualificados moral e tecnicamente, sem perspectiva fora da política;

 

Porque certos partidos políticos passam a funcionar, assim, como autênticas quadrilhas, cujos membros seguem a lógica do quem dá mais, por isso que trocam de legenda constantemente, impunemente;

 

Porque o sistema representativo é um engodo que conta com a participação do próprio eleitor, que não raro exige, em troca do voto, algum proveito, de modo que o voto constitui, por isso, apenas um expediente para legitimar e perpetuar o crime, afinal os eleitos não representam o eleitorado, mas os seus próprios interesses e os interesses dos grupos econômicos que os patrocinam;

 

Porque, apesar das fraudes, insistimos em perpetuar determinados criminosos no poder, e a tudo assistimos passivamente;

 

Porque a Polícia, que deveria, junto ao Ministério Público, formar instituição única, está subordinada ao Poder Executivo, de sorte que são prováveis investigados (Governadores, Prefeitos etc.) que em última análise comandam as investigações;

 

Porque criminosos políticos estão protegidos por um sem número de privilégios (foro privilegiado, imunidades parlamentares etc.) que os tornam grandemente imunes às investigações;

 

Porque a corrupção política traduz a nossa própria hipocrisia, a nossa indiferença, a nossa tendência ao jeitinho; afinal, corrupção é de algum modo interação/acordo entre corruptor e corrompido, entre eleitor e eleito;

 

Porque somos obrigados a votar, quando votar é um direito e não um dever, pois o eleitor tem, há de ter, a liberdade de votar em quem quiser, quando e se quiser, consciente e livremente;

 

Porque a democracia, essa desgastada metáfora, é uma palavra que remete a múltiplas relações de poder que nada têm de democráticas, relações frequentemente de violência e tirania e permanentemente em mutação (Michel Foucault);

 

Porque punir criminosos, embora necessário, não é o mais importante; o mais importante consiste em identificar as estruturas de poder que possibilitam o crime e mudá-las radicalmente, pois problemas estruturais demandam intervenções também estruturais e não apenas intervenções sobre indivíduos;

 

Porque insistimos em preservar instituições absolutamente desnecessárias: Senado Federal, Câmara Distrital etc;

 

Porque, em vez de enfrentar os problemas em suas causas, em suas raízes, tentamos combatê-las em suas consequências, tardia, burocrática e simbolicamente; e isso equivale a não combatê-las;

 

Porque temos um Estado excessivamente burocrático, que tudo pretende resolver por meio de leis, demagogicamente;

 

Porque multiplicar leis não significa evitar novos crimes, mas multiplicar novas violações à lei (Beccaria); e as leis desnecessárias enfraquecem as leis necessárias (Montesquieu);

 

Porque mais leis, mais juizes/tribunais, mais conselhos, mais prisões etc, pode significar mais presos, mas não necessariamente menos delitos (Jeffery);

 

Porque o povo brasileiro acredita ser livre, mas está enganado: é livre apenas durante as eleições dos membros do Executivo e do Parlamento, pois, eleitos os seus membros, ele volta à escravidão, é um nada (Rousseau); é que a participação popular se limita ao sufrágio a cada quatro anos; mas eleitos “seus” representantes, não se tem qualquer controle sobre seus atos, e o cidadão, convertido em objeto e não sujeito da política, só poderá expressar sua indignação nas eleições seguintes; 

O Brasil é e continuará sendo um país corrupto simplesmente porque está estruturado para sê-lo!

 

Paulo Queiroz é Professor Universitário (UniCEUB) e Procurador Regional da República em Brasília

 

 

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

MENSAGEM: Tipos de professores

 Olá, coordenadores, diretores e supervisores!

O Blog Atividades Itinerantes preparou uma mensagem reflexiva para ser apresentada na primeira reunião pedagógica do ano letivo, e o Blog Atualidade em Debate reproduz aqui para você. Ela promove uma autoavaliação no que tange o comportamento ético/profissional dentro da instituição de ensino, além de finalizar valorizando o bom profissional. Leiam: