sexta-feira, 5 de julho de 2013

QUE TAL LER O LIVRO “BRASIL, NAÇÃO SEM CARÁTER”?



O advogado, ator e diretor de teatro Hermano Leitão lançará seu mais recente livro – Brasil, Nação Sem Caráter, nesta sexta-feira, a partir das 19 horas, no Colégio Master da Avenida Bezerra de Menezes (Bairro São Gerardo). A partir de considerações históricas e sociológicas desde a colonização até o presente, o livro trata de um caminho para se estabelecer um caráter nacional consciente e livre de tutelas. 

Hermano Leitão considera a nação brasileira uma massa vegetativa sem objetivo comum e adjacente às desigualdades persistentes provocadas pela ineficácia do modelo social, econômico e político ainda em vigência.

Ele propõe, como forma de definir esse caráter, uma ruptura institucional mediante a divisão do Brasil em cinco países política e financeiramente independentes cada uma com o seu presidente e seus representantes em parlamentos próprios, que focarão as especialidades e potencialidades de sua região, as quais hoje submergem umas às outras por uma difusão de políticas genéricas e antagônicas. O Brasil passaria a ser uma União Nacional formada por unidades voltadas para a vocação natural e autônoma definidas no âmbito regional. O

* Vídeo de apresentação: http://youtu.be/99PjdW_gQNY

SERVIÇO

All Print Editora

ISBN: 978-85-411-0356-5

Número de páginas: 182

Preço sugerido: R$ 30,00.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

PROGRAMA PARA TORNAR ESCOLAS SUSTENTÁVEIS VAI INVESTIR R$ 100 MILHÕES

Para que as escolas desenvolvam iniciativas voltadas para a sustentabilidade  o Ministério da Educação lançou, na última quarta-feira (5), o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) – Escola Sustentável. O programa pré-selecionou 10 mil instituições de ensino de 310 municípios em estado de vulnerabilidade ambiental. Essas escolas têm até o dia 30 próximo para formalizar a adesão online ao programa, que tem orçamento de R$ 100 milhões.

O programa destinará recursos para a inclusão da temática socioambiental no projeto político-pedagógico da escola; para o apoio à criação e o fortalecimento de comissões de meio ambiente e qualidade de vida (Com-vida) e para a adequação do espaço físico da escola de maneira a aprimorar a destinação de resíduos e obter eficiência energética, entre outras iniciativas.


As adesões ao PDDE Escola Sustentável devem ser feitas no Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle (Simec).


segunda-feira, 24 de junho de 2013

MEC VAI ELABORAR UMA BASE CURRICULAR COMUM PARA AS ESCOLAS BRASILEIRAS

O Ministério da Educação (MEC) vai elaborar uma base comum para o conteúdo ensinado nas escolas brasileiras, disse hoje (19) o secretário de Educação Básica, Romeu Caputo, em audiência na Câmara dos Deputados.

Caputo baseou-se no Plano Nacional de Educação (PNE, PL 8.035/10) - aprovado na Câmara no ano passado, e atualmente em discussão no Senado. O PNE tem como estratégia o estabelecimento de direitos e objetivos de aprendizagem para a educação básica, que inclui os ensinos fundamental e médio.

Além disso, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB, Lei 9.394/96) também estabelece que o governo federal, em conjunto com o Conselho Nacional de Educação, defina uma base nacional curricular.

O secretário disse que o portal do MEC apresenta diretrizes gerais, mas que a pasta quer ir além e informar aos estudantes, independente da região que estejam, qual o direito de aprendizagem.

Pelo texto do PNE, pelo menos 70% dos alunos dos ensinos fundamental e médio devem alcançar, até o quinto ano de vigência do plano, nível suficiente de aprendizado em relação aos direitos e objetivos de aprendizagem de seu ano de estudo e 50%, pelo menos, o nível desejável.

Sobre a educação infantil, o secretário reconheceu que as taxas de atendimento por creche são muito baixas. Caputo destacou que 76% das crianças até três anos estão fora da creche. A meta do governo é construir 6 mil unidades até 2014. Segundo a presidenta Dilma Rousseff, o governo deve entregar 8.685 creches até 2014, superando a meta estabelecida de 6 mil.

*Com informações da Agência Câmara de Notícias



sexta-feira, 21 de junho de 2013

ONDA DE PROTESTOS MOSTRA A CRISE DA DEMOCRACIA QUE INVENTA REALIDADES

Em clima de manifestações pelo Brasil, eis artigo da jornalista Regina Ribeiro, com o título “A revolta de junho e a nossa Bastilha”, publicado no O POVO desta sexta-feira. É a crise da democracia que inventa realidades, que se esconde atrás de um escudo tecnoburocrata”. Confira:

“Em tempos de revolução nada é mais poderoso do que a queda de símbolos”. A frase é do historiador Eric Hobsbawn (1917-2012). Não se pode falar em revolução no Brasil, no conceito puro da palavra, mas vou chamar de “revolta” o que estamos vivendo. E nessa revolta de junho, que desnorteia verticalmente uma sociedade inteira, é possível observar desde agora quais os símbolos que estão vindo abaixo. Para mim, o principal deles é esta nossa democracia autoritária e burocrática que o movimento das ruas atingiu em cheio.

Basta reparar direitinho no discurso dos governantes. Na última quarta-feira, quando o governador Alckmin (PSDB) e o prefeito Haddad (PT) se uniram para anunciar a queda no preço das tarifas do transporte público em São Paulo e amarraram o cavalo num discurso empolado que incluía alterações no orçamento etc e tal, ficou claro que eles não entenderam, ainda, o que os cartazes estão dizendo. Quando leio que o governador Cid Gomes (PSB) afirmou que a ação da Polícia Militar anteontem é de responsabilidade do Governo Federal, ficou me perguntando, sinceramente, quem esse rapaz acha que está enganando.

A queda desse tipo de democracia que inventa realidades, que se esconde atrás de um escudo “tecnoburocrata” e que vive de privilégios, expandidos aos que rodeiam o poder, será positiva para o País. O tamanho do Estado brasileiro também está em xeque, uma vez que não dá conta das expectativas dos seus cidadãos. Não acredito que este seja o tempo para temores exagerados do tipo, a considerar que as manifestações no Brasil possam abrir possibilidades para uma onda direitista ou retrógrada.

A crise nesta democracia que opera em favor dos interesses econômicos, que está fincada tradicionalmente na representação de partidos que se esfacelam do ponto de vista moral e que já não conseguem se comunicar com a sociedade, só alcançou o ponto crítico. Agora, parece que todos veem o abismo que se criou em torno dela. Isso talvez prove que estávamos mesmo caminhando para esta revolta que, embora não se explique imediatamente, a História se impõe como dona do próprio nariz.

* Regina Ribeiro

reginah_ribeiro@yahoo.com.br
Jornalista e editora das Edições Demócrito Rocha




terça-feira, 18 de junho de 2013

POR FALAR EM ONDA DE PROTESTOS… O BICHO PEGOU!

Com o título “No pé de quem?, eis artigo da jornalista Dora Kamer, que pode ser lido no Estadão desta terça-feira. Aborda a onda de protestos que se irrompeu em vários Estados. Confira:

O ministro Gilberto Carvalho parece que estava adivinhando. Em meados de dezembro, há exatos seis meses, o secretário-geral da Presidência da República gravou em vídeo uma saudação de fim de ano ao PT convocando a militância a ir às ruas “assim que passarem as festas”. Aconselhava os companheiros a “descansarem bem agora” porque “em 2013 o bicho vai pegar”. Demorou um pouquinho, mas não deu outra: o bicho pegou.

Em configuração diferente daquela pretendida pelo ministro na convocatória de dezembro. Lá a ideia era “a gente ir para as ruas” em defesa do governo federal, contra os “ataques sem limites ao nosso querido p residente Lula”. Na concepção do ministro, em protesto a “eles”. Quem? “Os mafiosos midiáticos da oposição ao Brasil”, cujo objetivo único na versão natalina de Carvalho seria a destruição “do nosso projeto, do nosso governo, do nosso PT”.

Note-se a expressão “da oposição ao Brasil”. Refere-se a qualquer grupo, cidadão ou instituição que critique ou discorde do governo tornando-se, por isso, automaticamente inimigo do país. O ministro atirou na imagem construída por devaneios persecutórios costumeiramente usados como armas de ataque disfarçadas em instrumentos de defesa, mas acertou em sentimentos distantes do alcance da vista.

Há exaustão, há revolta, há contrariedade. Mas não há por parte dos exaustos, dos revoltados, dos contrariados adesão a partido algum. Não que os manifestantes ou parte deles não tenham suas preferências, mas elas não se expressam na explosão da chama acesa pe lo aumento das passagens de ônibus. À exceção de grupos alojados em pequenas legendas cuja expressão é nenhuma, não há até agora a digital de partidos por trás dos protestos que pegaram o Brasil de surpresa.

De um modo geral os políticos têm evitado falar. Estão tentando entender o que se passa, antes de se pronunciar. Os poucos que o fizeram ou falaram bobagem ao repetir os velhos bordões sobre “orquestração” de adversários ou passaram ao largo da questão central: a discrepância entre a agenda do mundo política e as demandas de uma sociedade maltratada pelo Estado.

Seja ele representado por governantes do PT, PSDB, PMDB ou qualquer partido. Estão evidentemente à margem dessa mobilização popular. Além de não terem o menor interesse em transferir o jogo da política de espaços conhecidos (gabinetes, Congresso e tribunais) para o terreno desconhecido das ruas, são todos eles alvos da insatisfação.

Nessa altura quem aparecer para tentar capitalizar eleitoralmente a comoção provavelmente será repudiado. O levante também é motivado pelo descrédito na política. A desqualificação do Congresso, a preocupação exclusiva dos partidos com a disputa de votos, a discussão concentrada em eleição distante enquanto as condições objetivas da vida vão piorando dia a dia, não faz dos políticos aliados confiáveis.

Os “mafiosos midiáticos da oposição ao Brasil”, referidos pelo ministro Gilberto Carvalho para (des)qualificar os críticos, como se vê não são mafiosos, não são midiáticos, não são inimigos do país. Ao contrário, estão chamando atenção para a indiferença do poder público, independentemente do matiz partidário. O bicho realmente está pegando. Resta saber, porém, no pé de quem exatamente. Em outras palavras: é de se conferir para onde caminhará essa insatisfação quando chegar a hora de a mani festação se expressar nas urnas.

No momento a única certeza é a de que não se direciona em favor de força político-partidária alguma. De um lado é bom porque não permite que nossos representantes enfrentem a questão debitando o custo na conta do vizinho. De outro há o risco de se deixar prosperar a semente para a pregação do voto nulo, ferindo gravemente a representação.

Via o POVO.

terça-feira, 11 de junho de 2013

MARTINÓPOLE REALIZOU CONFERÊNCIA LIVRE DO CONAE

A Secretaria Municipal de Educação e Cultura do Município de Martinópole, realizou nesta Terça-feira (11), a etapa municipal da CONAE – Conferencia Nacional da Educação. O evento foi realizado na Escola João Ricardo e contou com a participação dos professores, estudantes, técnicos da SME, coordenadores e diretores escolar.

Com o apoio do poder público, as Conferencias de Educação vem se consolidando como instrumentos de gestão educacional desde 2008, quando ocorreu a Conferencia Nacional de Educação Básica. Na edição de 2010, a conferencia passou a integrar a Educação Superior e a Pós-Graduação, mantendo o mesmo caráter de integração e articulação dos sistemas federal, estaduais e municipais de ensino. Integram os trabalhos da CONAE os segmentos da educação e os setores ligados à esfera educacional, por meio de seus órgãos de representação.

O evento permitiu a leitura e as discussão do documento referência de 2014, bem como das propostas específicas para cada um dos sete eixos que compõem o documento. Para as discussões foram formados oitos grupos envolvendo os professores da rede municipal e técnicos da SME. Todo esse trabalho foi coordenado pelo secretário de educação no município.

A conferencia intermunicipal que tem caráter deliberativo acontecerá no dia 20 de junho em Camocim e o município de Martinópole estará representando por uma comissão formada por 40 representantes que foram escolhidos nesta etapa realizada na quarta feira.


De acordo com a Secretário de Educação e Cultura, Aderaldo Ferreira: "foi o primeiro evento deste nível realizado em nosso município e, podemos afirmar que foi muito produtiva, pois as pessoas que participaram, em linhas gerais, tiveram conhecimento sobre o que é o CONAE. A interação e a participação da comunidade local foi muito boa, resultando em discussões e construção de propostas de forma democrática, pois este é um dos objetivos da CONAE, de ser um espaço democrático para que todos possam participar no desenvolvimento da Educação Nacional", finalizou.

A II CONAE será lançada oficialmente no dia 19 de novembro. Mais informações Aqui.





segunda-feira, 10 de junho de 2013

SEDUC e 4ª CREDE realiza Encontro orientador do Plano de Ações Articuladas - PAR

Foi realizado no dia 05/06, na Secretária da Educação de Martinópole, Encontro com o Secretário Municipal da Educação e Técnicos da SME local responsáveis pelo PAR.
O momento foi conduzido pela técnica Mariuza da COPEM/SEDUC, orientando o processo de atualização do PAR no SIMEC que deverá ser concluído até o dia 30 de junho.

O processo de orientação se estende até dia 06/06, com acompanhamento in loco no município de Martinópole pela técnica da SEDUC juntamente com Elenita Mota Lopes , técnica do NRCOM/4ª CREDE.

O Governo Federal trabalha o PAR como uma ferramenta de gestão para o planejamento da política de educação , onde os municípios, estados e o Distrito Federal elaboram para um período de quatro anos.

Constitui-se assim em importante instrumento para promover a melhoria da qualidade da educação básica pública no Brasil, servindo para transformar as políticas educacionais em políticas de Estado. Seu primeiro ciclo (2008-2011) já encerrou. A etapa atual envolve o período de 2011 a 2014.


(4ª CREDE e SME/Martinópole)