sexta-feira, 22 de novembro de 2019

De que lado você está na discussão sobre terminar amizades por causa de política?

REFLEXÃO POLÍTICA

Autor: Sérgio Moraes                              

         A Política é importante na construção de uma sociedade, nas relações institucionais e humanas, sendo o eixo do mundo, porque todos os Países, Estados e Municípios dependem da Política, pois se a política de um determinado país vai mal, afeta a vida das pessoas em qualquer lugar do mundo. Exemplo: Se a bolsa de valores despenca na Ásia ou nos Estados Unidos, isso nos afeta.  Se o preço do barril de petróleo dispara ou se o dólar aumenta, isso também nos afeta.        

      Tudo isso é Política.

         Infelizmente em nosso País, a Política se tornou “uma doença que precisa ser tratada”, pois muitos políticos ruins são como um vírus, que contaminam todo o sistema e muitas vezes o certo paga pelo errado, onde ao invés de separarmos o joio do trigo, temos o costume de generalizar, em virtude dos incontáveis absurdos praticados por diversos políticos.

         Em ano eleitoral, observa-se que, muitas vezes a “Ganância”, a “fome do poder”, o “Status” e as “Vantagens” vale mais do que a “Família e as Velhas e Boas Amizades”.  É assim que se vive nas disputas políticas:

Famílias brigando e se dividindo por causa da política;
Amigos destruindo velhas e boas amizades por causa da política;
É um tal sou mais esse... Sou mais aquele...
Desentendimentos... Ódio... Perseguições...
Palavras Ofensivas... Fofocas... E até Violência....

Muitas vezes, até quando você está só conversando com amigos, os fofoqueiros de plantão já julgam e dizem: “Fulano estava conversando com sicrano que é do outro lado”. “O candidato tal tava na casa da fulana”. E por aí vai...

São tantas mazelas, mesquinharia, fofocagem, olhares maldosos, inveja,    pré-julgamento e falta de respeito, que faz com que os cidadãos fiquem cada vez mais desacreditados e enojados com essas situações.
Agora é momento de fazermos a nossa “REFLEXÃO POLÍTICA” e perguntarmos a nós mesmo: “Será que vale a pena eu me distanciar da minha família e perder as boas amizades por causa da política ?”

Vamos aprender a não misturar as coisas e saber conviver políticamente em harmonia, pois quando a política afeta o convívio familiar e as amizades, Ela passa, mais as marcas e feridas profundas ficam para sempre.

A Política é importante quando é feita sem demagogia e desentendimentos.

A Família e os Amigos são muito mais, pois é o Elo que nos une a DEUS.

Não deixe que a “politicagem” afete os seus relacionamentos.

Exerça a sua cidadania sem denegrir a imagem de ninguém.

As eleições passam, mas a família e as boas amizades ficam no coração.

REFLITA E PENSE BEM !       

  

QUAL A FUNÇÃO DOS “PUXA-SACOS” NA POLÍTICA ?

Puxa-saco, babão, lambe botas (reprodução)

“Puxa-saco de Político” é aquela pessoa que bajula o Chefe/Político e ao qual sempre procura não desagradar e em hipótese alguma contra a ele emite uma posição contrária. O seu perfil é de uma pessoa pobre de espírito e que somente age assim com medo de sofrer represálias tanto do seu Chefe/Político, quanto dos demais babões.

O puxa-saco de político geralmente é aquela pessoa egoísta e que quer alcançar resultados a todo custo, nem que para isso tenha que fazer fuxicos ao seu Chefe/Político sobre o seu colega, sobre alguns eleitores, sobre determinado servidor ou ocupante de cargo comissionado. O puxa-saco de político também procura ter o máximo de intimidade com o seu Chefe/Político, o qual por ser uma pessoa vaidosa e apegada ao poder, adora ser babado.

Os babões são pessoas traidoras, falsas. Lacaios,medíocres. O babão de político diz que gosta muito do Chefe/Político, que é uma pessoa especial, vive constantemente frequentando a casa do Chefe/Político, sempre que tem chance dedura o amigo de trabalho, distorce a verdade dos fatos, tolera atitudes deseducadas do Chefe/Político, descaradamente demonstra ter medo do Chefe/Político.Prefeito entra, Prefeito sai e tem uma figura que sempre está presente… e você sabe quem é? O “babão de político”. Apesar de que, normalmente o babão de político não gosta de trabalhar, mas, está sempre grudado no “Chefe/Político”, catando as migalhas do poder.

O babão de político sempre conta com uma grande criatividade (para o mal), em geral é desocupado, vive inventando boatos a favor do “Chefe/Político” e contra os “adversários”. Sem falar que o babão de político quase sempre consegue viver à custa da população ocupando cargos públicos (sem concurso é claro) e normalmente são “Assessores”.Além do babão de político, ainda existem o puxa saco e o lambe botas, que são todos farinha do mesmo saco!!!
*Por Paulo Roberto


quarta-feira, 23 de outubro de 2019

A Mentira e a Verdade… Nua e Crua


O texto abaixo é atribuído a uma parábola judaica sobre a verdade e a mentira.

Por certo reproduz muitas das situações que diariamente enfrentamos em nosso cotidiano, em que os cenários que se nos apresentam nem sempre são aquilo que aparentam ser. Ei-la, pois!

Certa vez, a Mentira e a Verdade se encontraram.

A Mentira, dirigindo-se à Verdade, disse-lhe:

– “Bom dia, dona Verdade!”

Zelosa de seu caráter, a Verdade, ouvindo tal saudação, foi conferir se realmente era um bom dia. Olhou para o alto, não havia nuvens de chuva; os pássaros cantavam; não havia cheiro de fumaça na mata; tudo parecia perfeito.

Tendo se assegurado de que realmente era um bom dia, respondeu:

– “Bom dia, dona Mentira!”

– “Está muito calor hoje, não é mesmo”, disse a Mentira.

Realmente o dia estava quente demais. Desse modo, vendo que a mentira estava sendo sincera, começou a relaxar, a “baixar a guarda”. Por qual razão haveria de desconfiar, se a Mentira parecia tão cordial e “verdadeira”?

Diante do calor insuportável, a Mentira, num gesto de aparente amizade, convidou a Verdade para juntas banharem-se no rio.

Como não havia mais ninguém por perto, a Mentira despiu-se de suas vestes, pulou na água e, dirigindo-se à Verdade, disse-lhe, insistentemente:

– “Vem, dona Verdade, a água está uma delícia, simplesmente maravilhosa.”

O convite parecia irrecusável. Assim sendo, dona Verdade, sem duvidar da Mentira, despiu-se de suas vestes, pulou na água e deu um bom mergulho.

Quadro: “A verdade saindo do poço” Jean-Leon Gérôme, 1896

Ao ver que a Verdade havia saltado na água, rapidamente a Mentira pulou para fora, em segundos vestiu-se com as roupas da Verdade que estavam à margem e se mandou sorrateira.

Tendo suas roupas furtadas, a Verdade saiu da água e, por sua vez – ciosa de sua reputação -, recusou-se a vestir-se com as roupas da Mentira, deixadas para trás.

Certa de sua pureza e inocência, nada tendo do que se envergonhar e não tendo outra opção que lhe fosse coerente, saiu nua a caminhar na rua.

Desde então, aos olhos das pessoas, ficou mais fácil aceitar a Mentira vestida com as roupas da Verdade do que aceitar a Verdade nua e crua.

A reflexão é livre


quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Aceitar a opinião do outro não obriga você a concordar com ela.

Imagem: reprodução Google
Dia desses, alguém tentou me enfiar goela abaixo uma verdade pronta mais ou menos assim: “o maior desafio da vida é aceitar opiniões diferentes das nossas”. Com todo o respeito, eu discordo. Eu discordo muito, discordo francamente.

Isso só seria verdade se todos soubéssemos a diferença entre “aceitar” e “concordar”. Não sabemos. Então, desafio grande mesmo é compreender que são coisas completamente diversas. Aceito a opinião do meu interlocutor, mas nem por isso eu sou obrigado a concordar com ela. Não mesmo.

É claro que a pessoa a quem me refiro queria mesmo é que eu dissesse “tá bom, você venceu, a sua opinião é muito melhor do que a minha e a partir de agora eu vou jogar no lixo tudo o que penso só para pensar igualzinho a você”. Como isso não aconteceu e a minha interlocutora não conseguiu o que queria, ela não fala mais comigo. Já vai tarde. Não tenho paciência para quem não aprendeu em casa que “aceitar” ideias alheias não significa adotá-las como se fossem nossas, concordar com elas e sair por aí repetindo o seu conteúdo feito um papagaio. É tão somente respeitar o fato de que todos podemos pensar como quisermos.

Para mim, a vida tem toneladas de outros desafios pequenos, médios e grandes, enormes desafios inacreditáveis, atravessados no meio do caminho à espera de alguém que se disponha a resolvê-los, enquanto uma multidão joga fora seu tempo discutindo se quem nasceu primeiro foi o ovo ou a galinha. Que importa? O que interessa se as minhas impressões divergem das suas? Quem disse que você precisa me convencer de algo ou “vencer” a peleja como um cavalo de corrida? Por que não concordamos em discordar quando quisermos e pronto?

Aceitar uma opinião diferente da sua não significa ser obrigado a concordar com ela, não. É só aceitar que ela existe. Concordar que discordamos. Deixar o outro pensar como quiser e não perder tempo tentando convencê-lo a pensar como nós. Isso é estupidez, prima-irmã da intolerância e de todo mal que se arrasta por aí. Se aquilo que o outro pensa é mesmo tão inadmissível, afaste-se e não se fala mais nisso.

Meu velho pai e eu discordamos em tudo. Assim é desde sempre. Nossas ideias divergem e se contrapõem. Mas hoje, com o tempo e a distância, ele e eu desistimos de convencer um ao outro sobre qualquer coisa. Ficou mais fácil. Até o início da minha vida adulta, quando vivíamos na mesma casa, era difícil. Nossas divergências nos faziam muito infelizes. Mas aí passou. Amo meu pai, ele decerto me ama e nós aprendemos a concordar um com o outro só quando queremos.

Rejeitar opiniões alheias é um direito nosso. Eu, você e todo mundo podemos fazê-lo sem que nos acusem de arrogância, falta de escuta e essas coisas. Agora, se decidirmos aceitá-las, nem por isso precisamos mudar o que pensamos. Aceitar que o outro pense diferente de mim é bem diferente de concordar com o que ele pensa.

Adaptação textual: Professor Luciano Silva
Servidor público por precisão, professor por formação e educador por paixão.
Texto original: André J. Gomes
Jornalista de formação, publicitário de ofício, professor por desafio e escritor por amor à causa.





quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Desconfie de quem nunca sai do sério

Foto: reprodução Obvious
“Alguns nunca enlouquecem. Que vida de merda eles devem levar”
– Charles Bukowski

Não é preciso ter formação em Psicologia para saber que todos temos nossos momentos de desequilíbrio, seja sozinhos ou na frente de quem for, quando explodimos incontrolavelmente, soltando o verbo. Por mais que seja necessário evitar destemperos em frente a quem não tem nada a ver com isso, existem momentos em que nada mais é capaz de conter tudo aquilo que precisa sair de dentro de nós.

É fato que devemos sempre tentar manter a calma diante das atribulações, não descontando nossos problemas nos outros, rindo de nós mesmos, porém, muitas vezes nos vemos em meio a situações que nos testam os limites da paciência de uma forma tão intensa, que qualquer resquício de racionalidade acaba caindo por terra. Cada um se desequilibra com mais ou menos intensidade, mas todos – ou quase isso – iremos explodir, mais dia, menos dia.

Parece que os rumos que as sociedades vêm tomando contribuem ainda mais com o desequilíbrio emocional de todos. Assistimos, de tempos para cá, à crescente intolerância para com o diferente, à sobrevivência do racismo, à cultura do status, do egoísmo, ao esvaziamento ideológico, à corrupção que cresce junto com a crise financeira. Assistirmos ao noticiários tornou-se um exercício de paciência, diante de tantas injustiças e misérias contida em cada reportagem.

No plano da convivência social, está cada vez mais difícil às pessoas manter o respeito e o entendimento, para um convívio harmônico. Isso, em grande parte, é consequência dessa dificuldade de muitos em aceitar que nem todo mundo vai agir conforme querem, pois as verdades de cada um são de cada um e não da maioria, tampouco podem ser tidas como absolutas. E então a elevação da voz e a agressividade substituem a argumentação ponderada.

No entanto, mesmo que não seja o desejável, existirão momentos em que teremos de deixar extravasar, gritar, enfrentar o outro, chutar o balde, dizendo o que está entalado na garganta, doa a quem doer. Muitas pessoas não têm senso de limite e teremos de deixar bem claro a elas qual é o nosso.

Por essa razão é que causa estranhamento encontrarmos alguém que nunca sai do sério, nunca se desequilibra, nunca eleva a voz, mesmo em meio a uma discussão acalorada. Uma pessoa tão fleumática, em toda e qualquer situação, acaba passando a imagem de alguém sem sentimentos e frio, embora isso nem sempre corresponda à realidade.
Foto: reprodução IndieWire / Nicholas Gonzalez and Freddie Highmore, "The Good Doctor"
Por isso, quando necessário, dê-se a oportunidade de gritar por seus limites, de bradar pelos seus direitos, de externar seu descontentamento com veemência, de indignar-se contra atitudes aviltantes, de lutar por suas verdades, pois, às vezes, é só assim que espantamos de nossas vidas tudo aquilo que nos faz mal. Às vezes, é só assim que não nos sufocamos por dentro e respiramos aliviados enquanto caminhamos rumo à realização de nossos sonhos.
*O SGREDO- Por Marcel Camargo






quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Sou professor de história e votarei em Jair Bolsonaro


Não é segredo que a maioria dos historiadores são de esquerda. A maioria deles substitui suas aulas por militância, considerando-se agentes de formação de pensamento crítico.

É claro que o “pensamento crítico” permitido também deve ser de esquerda.
  
A diferença é que quando entro numa sala de aula não dou aula de conservadorismo… dou aula de história.

Não, isso não é óbvio! Meus pares, ainda mais num momento de tamanha efervescência política, largaram o conteúdo e exercem o papel de “debatedores”. As aulas são dominadas por pautas progressistas, que recebem o verniz enobrecedor típico do esquerdista, com a realização de “debates” de lado único, onde quem pensa diferente não pode opinar, ou será repelido se o fizer.

Se você é um estudante conservador e está neste momento dentro do sistema educacional brasileiro, sabe do que estou falando.

Na condição de professor conservador o que faço? Tento consertar o esquerdismo dando aula de conservadorismo? Suprimo Marx do currículo?

Não. Apenas dou aula. Ensino os acontecimentos históricos e, nos momentos de choque ideológico, apresento as visões opostas e não tomo partido.

Será algo tão difícil?

Não uso espaço de aula para doutrinação à direita. Meus alunos seguirão seu próprio caminho.

Sabendo que sou espécime raro, tanto na condição de professor de história conservador, que escreve em portais como Atualidade em Debate e Ceará Acontecediferenciando-me da quase totalidade dos historiadores do Brasil, senti-me na obrigação de declarar através deste texto meu voto em Jair Bolsonaro.

Não declarei voto em sala de aula e nem divulgo meus textos aos meus alunos, ademais, quero externar aos meus irmãos brasileiros, à luz da minha experiência diária em sala de aula e do conhecimento advindo de minha formação e atuação, que não há outro candidato dentre os que disputam as eleições de 2018 com predicados suficientes para conduzir nosso país pelos próximos quatro anos.

Jair Bolsonaro não é perfeito. Sei disso e estou convicto de que ele também sabe. Prova maior disso é que admite publicamente seu desconhecimento em algumas áreas, nomeando pessoas de conhecimento inequívoco nas mesmas para que o auxiliem.

Chegamos a este abismo após mais de vinte anos de governos esquerdistas e social-democratas. Chega. É preciso uma economia liberal, que viabilize os investimentos e o empreendedorismo.

Chega de proteção a vagabundos e incentivo ao crime, através da contínua leniência para com seus praticantes.

Chega do nonsense de dizerem que um policial, um agente de manutenção da lei, só pode atirar num bandido se for alvejado primeiro.

Chega de professores apanhando dentro das salas de aula e de baixaria elevada à categoria de arte.

Chega de corrupção generalizada em todas as esferas do poder público brasileiro.

É hora de mudar. De acreditar num homem que mesmo após tantos anos de vida pública nunca se sujou na lama reinante e não se aliou às quadrilhas. Um homem que passou por muitos partidos porque nunca foi feito refém por nenhum deles.

Que possui isenção para governar sem ter de pagar por favores escusos.

Dentre os candidatos do pleito atual apenas Jair Bolsonaro possui estes atributos.

Portanto, meu voto é dele.

“Brasil acima de tudo. Deus acima de todos.”


Texto copilado e adaptado
Texto original: voltemos à direita / Renan Alves da Cruz




Como é que um pobre pode votar em alguém como Jair Bolsonaro?


Por Renan Alves da Cruz

A pergunta intriga muitos intelectuais e opinadores profissionais da mídia brasileira: como um pobre, um favelado, pode contrariar as diretrizes da autoproclamada elite intelectual brasileira e declarar voto em alguém como Jair Bolsonaro?

É claro que se eles saíssem da bolha acadêmica e encarassem o mundo real, a resposta seria fácil de se compreender.

Entretanto, se cumprissem tais requisitos não seriam quem são: playboyzinhos bem nascidos tentando purgar o pecado de terem uma boa vida do qual nunca abriram mão (e nem abrirão), fingindo se preocupar com os pobres, quando na verdade os querem debaixo de seu cabresto ideológico.

Lançam seu olhar e julgamento pejorativo a qualquer um que declare simpatia a Bolsonaro, mas não tentam entender os motivos reais desta aprovação e identificação do eleitorado pobre com o candidato.

Pois sim, é muito fácil entender porque tantos pobres, favelados e moradores de periferia apoiam Jair Bolsonaro.

Diferente do que os sociólogos de butique pensam, o povo não foi criado e programado para pensar por cientistas sociais da USP. O povo é trabalhador, e tem como meta construir algo na vida, empreender, ter a possibilidade de melhorar sua situação mediante os próprios esforços.

Os pobres que votam em Bolsonaro são aqueles que têm orgulho do que conquistam, não importa quão difícil tenha sido, não importa que pago em muitas parcelas suadas. É adquirido pelo suor do seu trabalho honesto.

É o povo que muitas vezes batalhou para comprar um celular em 12 parcelas e o “perdeu” para um menor de 17 aninhos de idade, que os ideólogos cretinos chamam de “vítima da sociedade de consumo”.

Tente explicar para este trabalhador que acorda cinco e meia da manhã todo dia, porque mora longe do centro, que ele tem que defender o bandido que tomou dele a dura conquista!

Tente explicar que ele precisa acordar mais cedo para trabalhar porque o trânsito piorou, já que foram construídas ciclovias em regiões cruciais para escoamento do trânsito na cidade. E que as ciclovias servem para masturbação intelectual da elite esquerdista, que pode se deslocar nelas porque moram há 1 km dos lugares que frequentam, e não para o uso de quem mora a 25km de distância do centro, 50 km ida e volta, e que se se meter a percorrer tal distância diariamente, vai enfartar no caminho.

O povo honesto das periferias brasileiras vê a atuação do tráfico em suas esquinas, muitas vezes na própria porta de suas casas, e teme o envolvimento de seus filhos. Já viram centenas de outros perecerem, ou viciados, ou trabalhando para o tráfico em troca de promessas fáceis. Viram muitos que se viciaram e morreram no crime, tentando roubar para sustentar o vício.

Esse é o povo que declara voto em Jair Bolsonaro. Que quer uma polícia valorizada, equipada, capaz de reprimir os atos hediondos que acontecem à luz do dia perto de suas casas. Querem a polícia sentando o cacete no traficante folgado que se posta no caminho para a escola de seu filho, de nariz empinado, como se fosse dono do bairro.

A elite intelectual não aceita, não suporta, não concorda. Ofendem negros que apoiam Bolsonaro, em seu racismo permitido, o racismo do bem. Ficam possessos quando percebem que não foram capazes de ludibriar todos com suas meias verdades e discursos editados.

O negro pobre que vota em Bolsonaro não quer ser vitimizado. Não quer um bando de riquinhos de bairro chique, que amam a pobreza porque não vivem nela, falando em seu nome. Quer trabalho, dignidade e respeito. Não mediante esmola estatal, mas por seus méritos.

O povo da periferia que escolheu Bolsonaro é aquele que sabe que combater privilégios de determinados grupos orientados por militantes profissionais, que usam a ideologia como fonte de renda, mamando dinheiro público pretensamente destinado às causas que defendem, não é homofobia.

E que o preconceito real é o que segrega. Que diz que pessoas, por sua cor de pele ou opção sexual, merecem privilégios, leis e proteções especiais.

O pobre que vota em Bolsonaro entendeu que tais grupos não querem igualdade. Querem privilégios. Entendeu que as leis existentes já combatem a homofobia e o racismo. E que o fortalecimento do nosso sistema de segurança, algo recorrentemente defendido por Bolsonaro, beneficiará a todos.

O pobre que vota em Jair Bolsonaro é aquele que é contra o estatuto do desarmamento, pois lutou arduamente pelo que possui, e não converge com a ideia de que um vagabundo possa entrar em sua casa armado para levar o que quiser,  estuprar sua filha e sua mulher, e ele não tenha como se defender.

É quem entende que o ambiente do seu lar é sagrado, e que se vagabundo entrar, tem que sair com o bucho cheio de balas, no rabecão. E que o cidadão de bem, que se defendeu, tem que ser amparado pela legítima defesa.

Por fim, o brasileiro pobre que apoia Jair Bolsonaro é aquele que cansou de ver ONG de direitos humanos amparando bandidos, enquanto ele, que trabalha de Sol a Sol, nunca viu um corno desses na frente perguntando do que ele precisa.

Quem defende Bolsonaro é quem é honesto e cansou de ver o mocinho se ferrar e o bandido se dar bem.

Os pensadorezinhos nunca entenderão… Continuarão com seus debates, fóruns e imutáveis asserções.

Afinal, só gostam dos pobres quando eles lhes obedecem.
Fonte: voltemos a direita