quinta-feira, 25 de maio de 2023

Reset das impressoras Epson l1210 l3210 l3250 l3251 l3260 l 5290

 Neste tutorial irei ensinar como realizar o Reset das Impressoras Epson L3210 de forma simples e fácil.

BAIXE OS PROGRAMAS CLICANDO NOS LINKS ABAIXO:

https://www.4shared.com/s/fu78Gjl3uku

https://www.4shared.com/s/fyg9_ULo-ku

 

ORIENTAÇÕES:

Antes de descompactar, desligar o antivírus e DESCONECTE SEU PC DA INTERNET, CASO QUEIRA

INSTRUÇÕES PARA ABRIR O PROGRAMA:

1. abra o AdjProg.exe na pasta Reset_L3250_3210_5290;

2. Copie o Hardware ID da janela inicial do AdjProg.exe;

3. Abra o Gerador de chave e copie o Hardware ID no campo Hardware, coloque seu nome em "Registration name" e clique em "Generate".

4. Essa chave gerada você coloca no campo "key", então digite seu nome, conforme você tinha digitado anteriormente na janela do Gerador de chave em "Name" e, por fim, clique em "Register".

Com isso, você já poderá usar o resetador para proceder com o reset de sua impressora, conforme o tutorial do site.


SAIBA COMO LIBERAR UM DOWNLOAD BLOQUEADO PELO GOOGLE CHROME NO LINK:

https://youtu.be/fc0wku3f-Vo

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domingo, 20 de novembro de 2022

Dia da Consciência Negra: Como combater o racismo no dia a dia

 

Diante do racismo velado, pretos e pretas buscam estratégias pessoais para se proteger. É como se a gente fosse se esgueirando, com cuidado, para não encostar numa cerca de arame farpado. O estagiário de TI Lucas Oliveira, de 21 anos, por exemplo, não usa capuz ou touca nas compras e sempre vai direto na prateleira onde está o produto de que precisa. “Se eu ficar circulando pela loja, tenho certeza que um segurança vai aparercer”, conta o morador da Penha, zona leste. Pesquisa qualitativa nacional realizada pelo Instituto Locomotiva no ano passado mostra que sete em cada dez negros já passaram pelo drama de Lucas.

Esses rituais particulares nos protegem, mas não atacam frontalmente o problema. Especialistas, vítimas e não vítimas dão dicas e orientações para agirmos contra o racismo velado.

 

1. Crie filhos antirracistas: Para Michelle Levy, CEO e cofundadora da consultoria Filhos no Currículo, especializada na criação de políticas parentais, é importante criar filhos com uma visão antirracista desde cedo. “Tratar o assunto com músicas, livros, filmes ou uma história antes de dormir vai permear o imaginário dos nossos filhos, principalmente até os 6 anos”, opina a especialista.

 

Humberto Baltar, palestrante e fundador do coletivo Pais Pretos Presentes, rede de apoio para educar pessoas pretas, frisa a relevância de criar filhos NA diversidade e não PARA a diversidade. “É comum aos pais abordar o racismo apenas quando a criança presenciou alguma situação de preconceito, mas o caminho seria estimular a conversa no dia a dia”, afirma.

 

2. Olhe como a escola trata o tema. Nesse contexto, as escolas têm papel central. Verifique se a escola do seu filho possui temáticas étnico-raciais e de diversidade na grade escolar e na proposta pedagógica, sobretudo sobre a história e a cultura afro-brasileira e africana que não sejam apenas a escravidão. É importante mostrar pessoas pretas em posição de protagonismo.

 

Vale lembrar que a Lei 10.639/03, de 2003, estabelece obrigatório o ensino de “história e cultura afro-brasileira” nas disciplinas dos ensinos fundamental e médio, oficiais e particulares.

 

3. Procure conteúdos antirracistas no seu trabalho. Pesquise se a empresa possui programas de letramento racial ou um comitê de diversidade. Existem cartilhas que promovem a inclusão? Se você ocupa posição de direção, pense na composição da equipe: qual é a proporção entre negros e brancos entre os colaboradores. “Os colaboradores podem recorrer aos superiores e perguntar, por exemplo, por que não existem pessoas pretas nas ações de comunicação da empresa”, opina Humberto Baltar.

 

4. Você tem amigos pretos? Preste atenção se você tem amigos e amigas pretas na faculdade, no trabalho ou no condomínio. Se for possível, converse com ele sobre as diferenças na forma em que brancos e pretos são tratados. Isso vale também para seus filhos e os amigos dele. A tentativa é de se colocar no lugar do outro e procurar ouvi-lo.

 

5. Compartilhe experiências com os negros. Fundador e CEO da Empodera, startup que prepara as empresas para uma cultura inclusiva, Leizer Pereira recomenda a troca de experiências como uma estratégia contra o racismo. Uma das atividades que a consultoria oferece para o mercado corporativo são rodas de conversa entre pretos e não pretos sobre situações cotidianas onde o racismo pode aparecer, como andar no shopping e ir ao restaurante. “Isso gera empatia”, avalia.

 

6. Denuncie quando achar necessário. O professor Dennis Oliveira, da USP, afirma que mesmo o racismo velado deve ser denunciado. “A melhor forma de combater o racismo velado é tipificá-lo e torná-lo explícito. O incômodo da denúncia leva à reflexão”, diz. Reconhecer o racismo é a melhor forma de combatê-lo. A filósofa Djamila Ribeiro escreve em seu Pequeno Manual Antirracista: “Não tenha medo das palavras ‘branco’, ‘negro’, ‘racista’. Dizer que uma atitude é racista é definir seu sentido e suas implicações”.

 

7. Cuidado com o vocabulário. O racismo velado é tão presente que pode passar despercebido. As pessoas usam a palavra “negão” com naturalidade, mas dificilmente usam “brancão”. Muitas vezes, nós reproduzimos termos racistas ou que reforçam estereótipos. Evite expressões como “a coisa está preta”, “cabelo ruim”, “denegrir”, “lista negra”, “até tenho amigos que são pretos”, usada diante de um comportamento racista. Troque escravos, que mostra passividade, por pessoas escravizadas (processo contra a vontade) e escravidão por escravização.

 

8. Leia autores negros. Se você quiser saber mais sobre a luta antirracista, leia autores negros. Obras como Racismo Estrutural, de Silvio de Almeida, Pequeno Manual Antirracista, de Djamila Ribeiro, A Empresa Antirracista, de Maurício Pestana, e Torto Arado, de Itamar Vieira Jr, são muito importantes para aprofundar essa discussão.

 

9. Estimule uma cultura antirracista. Quando assistir a uma filme ou a uma novela, reflita sobre a presença ou não de atrizes e atores negros. Vale o mesmo para exposições artísticas, festas literárias, concertos e shows. Discuta isso com os amigos.

 

10. Apoie as ações afirmativas. Ações afirmativas são políticas temporárias que destinam recursos para grupos discriminados no passado e no presente. São medidas para aumentar a participação de grupos excluídos ou vulnerabilizados, facilitando o acesso à educação, saúde e emprego. As cotas, ou a reserva de vagas para ingresso nas universidades e em cargos públicos, são exemplos de ações afirmativas para combate ao racismo.

 

11. Pergunte para você mesmo: o que tenho feito e o que posso fazer na luta antirracista? O que você faz ao ouvir uma piada racista? Entender a importância do que você faz, questionar e duvidar do que parece natural são atitudes importantes para evitar a reprodução do racismo. Esta não é uma conversa individual, mas estrutural. Um problema estrutural e multifatorial como o racismo exige uma resposta com as mesmas características, envolvendo as famílias, escolas e as empresas e cada um de nós.


 

 

 

 

segunda-feira, 5 de setembro de 2022

Cid desceu a montanha e pregou para todos que é o líder

 

Vai ficar no grau de conselheiro, pacificador, eterno senador, sinônimo de sabedoria e liderança
Ao descer a montanha da Meruoca, para adesivar e propagar a candidatura da irmã Lia e do irmão Ciro, Cid Gomes fez dois sinais. O primeiro, a família e sua importância. O segundo, que está passando o bastão. Vai ficar no grau de conselheiro, pacificador, eterno senador, sinônimo de sabedoria e liderança.

Cid se despediu, como ele é, dono de notável sabedoria política. “Essa aliança nasceu em 1996, aqui, em Sobral. Depois, se estendeu para o Estado e foi rompida, à minha revelia. Eu não queria”, declarou Cid, para, em seguida, justificar sua ausência. “Me recolhi porque essa eleição não será resolvida no primeiro turno. Vou tentar catalisar, ser o cupido da reaproximação no segundo turno”, previu o líder, que sabe onde está o problema e não revela.

 

Como tem a sabedoria e ainda a liderança, Cid sabe que o candidato ao governo da sua base terá mais chance de chegar ao segundo turno. O mais importante na descida da montanha para Sobral foi ver um Cid já sinalizando a aposentadoria, mas se firmando como um “framework”, em inglês, um líder de processos.

 

As duas criaturas que criou e esconde de todos cearenses, conhecem e estão se enfrentando em praça público. Cid tem o nome do favorito para o processo, mas o preservou, para saber onde os dois querem chegar. Ele deu a dica para os dois: um líder tem que ter identidade própria, não muletas.

Via Blog Roberto Moreira




quarta-feira, 20 de julho de 2022

Passeio de Buggy em Camocim, beleza sem fim!

PASSEIOS - CAMOCIM

Saída de Camocim, com a travessia de balsa no rio Coreaú. Em seguida segue pela praia ou por trilha de areia (dependendo da maré). Visita as dunas da Ilha do amor, Vila de Tatajuba, dunas do Lago Grande e Laguna Beach Club. Parada almoço (não incluso). Retorno para Camocim.

OBS.: O passeio com duração de 40 a 50 minutos apenas na Ilha do amor, custa apenas R$ 100,00.

Contato: (88) 99293-6075

Os passeios de buggy (ou bugue) são uma constante no Ceará. Ricos em beleza e esplendor, é a certeza de momentos únicos. Desfrute desse passeio e conheça de perto esse lugar maravilhoso.

Veja abaixo e escolha a mais adequada para você em: https://rotacombo.com/passeio/passeios-para-tatajuba-e-lago-grande-saida-retorno-camocim-privativo/




segunda-feira, 7 de março de 2022

Por que os políticos aparecem só para pedir voto?

 

Nos últimos dias, tenho visto como os parlamentares estaduais tem trabalhado muito. Mas, você já sabe o motivo de tanto trabalho. È que chegou o momento de pedir voto, aparecer para população que eles estão trabalhando em prol da sociedade. Será.

 

Agora o eleitor só será lembrado daqui a quatro anos.

 

Chegando novamente as eleições começa tudo novamente-Visitas tapinhas nas costas e também aquela frase que marca o político. “Pode contar comigo para o que for preciso“. Isto em véspera de eleição. Passado a eleição à maioria dos eleitos foge dos eleitores.

 

Bom.., você provavelmente nunca ouviu falar de Sólon, político grego que deu seu último suspiro há mais de 2 mil anos. Mas deveria. Sólon é considerado um dos pais da democracia porque decidiu que os postos mais importantes do governo deveriam ser ocupados apenas pelos cidadãos mais ricos.

 

Não, você não leu errado, é isso mesmo: quanto mais alto fosse o cargo, mais dinheiro precisava ter o sujeito que quisesse ocupá-lo. Não parece o sistema mais democrático do mundo (e não é), mas antes disso os cargos políticos passavam praticamente de pai para filho, e nem mesmo os “milionários” da velha Atenas podiam participar do governo se não ostentassem um sobrenome importante.

 

Na teoria, o sistema de Sólon pelo menos dava a qualquer um a oportunidade de governar, bastava enriquecer fabricando toneladas de azeite de oliva ou vendendo milhares de miniaturas das esculturas de Zeus por $ 1,99. Mas, na prática, o governo continuava formado por meia dúzia de homens brancos endinheirados, exatamente como era antes.

 

De lá para cá, quase tudo mudou: Galileu (o original) foi condenado por afirmar que a Terra girava ao redor do Sol; Edison inventou a lâmpada elétrica; o direito ao voto tornou-se universal; e a Seleção Brasileira levou sete gols da Alemanha na Copa do Mundo. Mas pelo menos uma coisa continua quase igual: com algumas honrosas exceções, o governo ainda é basicamente formado por meia dúzia de homens brancos endinheirados.


 Você lembra em quem votou nas últimas eleições para deputado e senador? Se a resposta foi não, isso explica porque os políticos também só aparecem na época das eleições. Porque o eleitor brasileiro não costuma acompanhar os candidatos em quem votou ao longo do mandato e isso está em uma pesquisa realizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

 

 

domingo, 27 de fevereiro de 2022

HIPOCRISIA – a arte de exigir dos outros aquilo que não se pratica

 

Os jogos começaram, a cada 4 anos a velha política sai da toca para as custas de artilharia pesada de calunias e difamações tomar o poder de assalto (de assalto literalmente rsrsrs). Como a gente sempre diz: “essa velha política nós tiramos de letra”. E porque temos essa tranquilidade no enfrentamento desse período eleitoral?: porque a nossa postura é outra, a postura de quem se ampara em resultados, em melhorias, coisas que podem ser vistas e comparadas...esse é o diferencial cada vez mais exigido dos políticos e gestores públicos.

 

Infelizmente os nossos adversários políticos não possuem a mesma postura, ao invés de mostrar suas obras e conquistas, preferem os escombros sórdidos das redes sociais para tentar de alguma forma se esgueirar sorrateraimante ao poder, para novamente levar o nosso município ao estado lastimável que todos já conhecem e lembram bem como encontramos.

 

Só para refrescar nossa memória, todos lembram dos anos obscuros em que Martinópole mergulhou recentemente, sempre envolvida em desvios, descasos, escândalos e mau caratismo, alguém ai já se esqueceu dos ....

 

Pois bem...esses mesmos que agora munidos de toda hipocrisia se acham no direito de cobrar e apontar aquilo que nunca fizeram:  


Sim...nós entendemos suas frustrações, no lugar de vocês também estaríamos desconfortáveis diante das conquistas dos desafetos políticos: deve ser frustrante ver que com menos funcionários, com a crise econômica e com todas as adversidades a cidade foi transformada, as secretarias estão de “vento em popa”, gerindo impecavelmente seu recurso, construindo, reconstruindo e transformando. Que simplesmente se reconstruiu o município, aquele mesmo município que foi entregue da forma mais precária que se poderia imaginar. Que não se perde mais verbas, que não se desperdiça recursos, que a olhos vistos pode se conferir o fruto do trabalho de uma equipe unida, capacitada, qualificada e gerida por um homem do interior que mostrou sua competência logo no primeiro mês de gestão...ao dar conta de reconstruir com maestria a destruição deixada como legado desse mesmo grupo político que hoje começa a botar as manguinhas de fora.,,

 

 (http://etceteraomnia.blogspot.com/)


Por que o Brasil continuará sendo um país corrupto

 

Porque já as eleições dos “nossos” representantes são realizadas de modo a institucionalizar o crime, pois os grupos econômicos, ao patrocinarem a eleição de Presidente, Governadores, Prefeitos etc., assim o fazem, como é natural, sob a condição de obterem financiamentos graciosos, participarem de licitações premiadas, privatizarem o espaço público, multiplicando lucros;

 

Porque num tal contexto, a política passa a constituir extraordinário atrativo para criminosos profissionais, em geral burocratas medíocres, desqualificados moral e tecnicamente, sem perspectiva fora da política;

 

Porque certos partidos políticos passam a funcionar, assim, como autênticas quadrilhas, cujos membros seguem a lógica do quem dá mais, por isso que trocam de legenda constantemente, impunemente;

 

Porque o sistema representativo é um engodo que conta com a participação do próprio eleitor, que não raro exige, em troca do voto, algum proveito, de modo que o voto constitui, por isso, apenas um expediente para legitimar e perpetuar o crime, afinal os eleitos não representam o eleitorado, mas os seus próprios interesses e os interesses dos grupos econômicos que os patrocinam;

 

Porque, apesar das fraudes, insistimos em perpetuar determinados criminosos no poder, e a tudo assistimos passivamente;

 

Porque a Polícia, que deveria, junto ao Ministério Público, formar instituição única, está subordinada ao Poder Executivo, de sorte que são prováveis investigados (Governadores, Prefeitos etc.) que em última análise comandam as investigações;

 

Porque criminosos políticos estão protegidos por um sem número de privilégios (foro privilegiado, imunidades parlamentares etc.) que os tornam grandemente imunes às investigações;

 

Porque a corrupção política traduz a nossa própria hipocrisia, a nossa indiferença, a nossa tendência ao jeitinho; afinal, corrupção é de algum modo interação/acordo entre corruptor e corrompido, entre eleitor e eleito;

 

Porque somos obrigados a votar, quando votar é um direito e não um dever, pois o eleitor tem, há de ter, a liberdade de votar em quem quiser, quando e se quiser, consciente e livremente;

 

Porque a democracia, essa desgastada metáfora, é uma palavra que remete a múltiplas relações de poder que nada têm de democráticas, relações frequentemente de violência e tirania e permanentemente em mutação (Michel Foucault);

 

Porque punir criminosos, embora necessário, não é o mais importante; o mais importante consiste em identificar as estruturas de poder que possibilitam o crime e mudá-las radicalmente, pois problemas estruturais demandam intervenções também estruturais e não apenas intervenções sobre indivíduos;

 

Porque insistimos em preservar instituições absolutamente desnecessárias: Senado Federal, Câmara Distrital etc;

 

Porque, em vez de enfrentar os problemas em suas causas, em suas raízes, tentamos combatê-las em suas consequências, tardia, burocrática e simbolicamente; e isso equivale a não combatê-las;

 

Porque temos um Estado excessivamente burocrático, que tudo pretende resolver por meio de leis, demagogicamente;

 

Porque multiplicar leis não significa evitar novos crimes, mas multiplicar novas violações à lei (Beccaria); e as leis desnecessárias enfraquecem as leis necessárias (Montesquieu);

 

Porque mais leis, mais juizes/tribunais, mais conselhos, mais prisões etc, pode significar mais presos, mas não necessariamente menos delitos (Jeffery);

 

Porque o povo brasileiro acredita ser livre, mas está enganado: é livre apenas durante as eleições dos membros do Executivo e do Parlamento, pois, eleitos os seus membros, ele volta à escravidão, é um nada (Rousseau); é que a participação popular se limita ao sufrágio a cada quatro anos; mas eleitos “seus” representantes, não se tem qualquer controle sobre seus atos, e o cidadão, convertido em objeto e não sujeito da política, só poderá expressar sua indignação nas eleições seguintes; 

O Brasil é e continuará sendo um país corrupto simplesmente porque está estruturado para sê-lo!

 

Paulo Queiroz é Professor Universitário (UniCEUB) e Procurador Regional da República em Brasília