segunda-feira, 5 de setembro de 2022

Cid desceu a montanha e pregou para todos que é o líder

 

Vai ficar no grau de conselheiro, pacificador, eterno senador, sinônimo de sabedoria e liderança
Ao descer a montanha da Meruoca, para adesivar e propagar a candidatura da irmã Lia e do irmão Ciro, Cid Gomes fez dois sinais. O primeiro, a família e sua importância. O segundo, que está passando o bastão. Vai ficar no grau de conselheiro, pacificador, eterno senador, sinônimo de sabedoria e liderança.

Cid se despediu, como ele é, dono de notável sabedoria política. “Essa aliança nasceu em 1996, aqui, em Sobral. Depois, se estendeu para o Estado e foi rompida, à minha revelia. Eu não queria”, declarou Cid, para, em seguida, justificar sua ausência. “Me recolhi porque essa eleição não será resolvida no primeiro turno. Vou tentar catalisar, ser o cupido da reaproximação no segundo turno”, previu o líder, que sabe onde está o problema e não revela.

 

Como tem a sabedoria e ainda a liderança, Cid sabe que o candidato ao governo da sua base terá mais chance de chegar ao segundo turno. O mais importante na descida da montanha para Sobral foi ver um Cid já sinalizando a aposentadoria, mas se firmando como um “framework”, em inglês, um líder de processos.

 

As duas criaturas que criou e esconde de todos cearenses, conhecem e estão se enfrentando em praça público. Cid tem o nome do favorito para o processo, mas o preservou, para saber onde os dois querem chegar. Ele deu a dica para os dois: um líder tem que ter identidade própria, não muletas.

Via Blog Roberto Moreira




quarta-feira, 20 de julho de 2022

Passeio de Buggy em Camocim, beleza sem fim!

PASSEIOS - CAMOCIM

Saída de Camocim, com a travessia de balsa no rio Coreaú. Em seguida segue pela praia ou por trilha de areia (dependendo da maré). Visita as dunas da Ilha do amor, Vila de Tatajuba, dunas do Lago Grande e Laguna Beach Club. Parada almoço (não incluso). Retorno para Camocim.

OBS.: O passeio com duração de 40 a 50 minutos apenas na Ilha do amor, custa apenas R$ 100,00.

Contato: (88) 99293-6075

Os passeios de buggy (ou bugue) são uma constante no Ceará. Ricos em beleza e esplendor, é a certeza de momentos únicos. Desfrute desse passeio e conheça de perto esse lugar maravilhoso.

Veja abaixo e escolha a mais adequada para você em: https://rotacombo.com/passeio/passeios-para-tatajuba-e-lago-grande-saida-retorno-camocim-privativo/




segunda-feira, 7 de março de 2022

Por que os políticos aparecem só para pedir voto?

 

Nos últimos dias, tenho visto como os parlamentares estaduais tem trabalhado muito. Mas, você já sabe o motivo de tanto trabalho. È que chegou o momento de pedir voto, aparecer para população que eles estão trabalhando em prol da sociedade. Será.

 

Agora o eleitor só será lembrado daqui a quatro anos.

 

Chegando novamente as eleições começa tudo novamente-Visitas tapinhas nas costas e também aquela frase que marca o político. “Pode contar comigo para o que for preciso“. Isto em véspera de eleição. Passado a eleição à maioria dos eleitos foge dos eleitores.

 

Bom.., você provavelmente nunca ouviu falar de Sólon, político grego que deu seu último suspiro há mais de 2 mil anos. Mas deveria. Sólon é considerado um dos pais da democracia porque decidiu que os postos mais importantes do governo deveriam ser ocupados apenas pelos cidadãos mais ricos.

 

Não, você não leu errado, é isso mesmo: quanto mais alto fosse o cargo, mais dinheiro precisava ter o sujeito que quisesse ocupá-lo. Não parece o sistema mais democrático do mundo (e não é), mas antes disso os cargos políticos passavam praticamente de pai para filho, e nem mesmo os “milionários” da velha Atenas podiam participar do governo se não ostentassem um sobrenome importante.

 

Na teoria, o sistema de Sólon pelo menos dava a qualquer um a oportunidade de governar, bastava enriquecer fabricando toneladas de azeite de oliva ou vendendo milhares de miniaturas das esculturas de Zeus por $ 1,99. Mas, na prática, o governo continuava formado por meia dúzia de homens brancos endinheirados, exatamente como era antes.

 

De lá para cá, quase tudo mudou: Galileu (o original) foi condenado por afirmar que a Terra girava ao redor do Sol; Edison inventou a lâmpada elétrica; o direito ao voto tornou-se universal; e a Seleção Brasileira levou sete gols da Alemanha na Copa do Mundo. Mas pelo menos uma coisa continua quase igual: com algumas honrosas exceções, o governo ainda é basicamente formado por meia dúzia de homens brancos endinheirados.


 Você lembra em quem votou nas últimas eleições para deputado e senador? Se a resposta foi não, isso explica porque os políticos também só aparecem na época das eleições. Porque o eleitor brasileiro não costuma acompanhar os candidatos em quem votou ao longo do mandato e isso está em uma pesquisa realizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

 

 

domingo, 27 de fevereiro de 2022

HIPOCRISIA – a arte de exigir dos outros aquilo que não se pratica

 

Os jogos começaram, a cada 4 anos a velha política sai da toca para as custas de artilharia pesada de calunias e difamações tomar o poder de assalto (de assalto literalmente rsrsrs). Como a gente sempre diz: “essa velha política nós tiramos de letra”. E porque temos essa tranquilidade no enfrentamento desse período eleitoral?: porque a nossa postura é outra, a postura de quem se ampara em resultados, em melhorias, coisas que podem ser vistas e comparadas...esse é o diferencial cada vez mais exigido dos políticos e gestores públicos.

 

Infelizmente os nossos adversários políticos não possuem a mesma postura, ao invés de mostrar suas obras e conquistas, preferem os escombros sórdidos das redes sociais para tentar de alguma forma se esgueirar sorrateraimante ao poder, para novamente levar o nosso município ao estado lastimável que todos já conhecem e lembram bem como encontramos.

 

Só para refrescar nossa memória, todos lembram dos anos obscuros em que Martinópole mergulhou recentemente, sempre envolvida em desvios, descasos, escândalos e mau caratismo, alguém ai já se esqueceu dos ....

 

Pois bem...esses mesmos que agora munidos de toda hipocrisia se acham no direito de cobrar e apontar aquilo que nunca fizeram:  


Sim...nós entendemos suas frustrações, no lugar de vocês também estaríamos desconfortáveis diante das conquistas dos desafetos políticos: deve ser frustrante ver que com menos funcionários, com a crise econômica e com todas as adversidades a cidade foi transformada, as secretarias estão de “vento em popa”, gerindo impecavelmente seu recurso, construindo, reconstruindo e transformando. Que simplesmente se reconstruiu o município, aquele mesmo município que foi entregue da forma mais precária que se poderia imaginar. Que não se perde mais verbas, que não se desperdiça recursos, que a olhos vistos pode se conferir o fruto do trabalho de uma equipe unida, capacitada, qualificada e gerida por um homem do interior que mostrou sua competência logo no primeiro mês de gestão...ao dar conta de reconstruir com maestria a destruição deixada como legado desse mesmo grupo político que hoje começa a botar as manguinhas de fora.,,

 

 (http://etceteraomnia.blogspot.com/)


Por que o Brasil continuará sendo um país corrupto

 

Porque já as eleições dos “nossos” representantes são realizadas de modo a institucionalizar o crime, pois os grupos econômicos, ao patrocinarem a eleição de Presidente, Governadores, Prefeitos etc., assim o fazem, como é natural, sob a condição de obterem financiamentos graciosos, participarem de licitações premiadas, privatizarem o espaço público, multiplicando lucros;

 

Porque num tal contexto, a política passa a constituir extraordinário atrativo para criminosos profissionais, em geral burocratas medíocres, desqualificados moral e tecnicamente, sem perspectiva fora da política;

 

Porque certos partidos políticos passam a funcionar, assim, como autênticas quadrilhas, cujos membros seguem a lógica do quem dá mais, por isso que trocam de legenda constantemente, impunemente;

 

Porque o sistema representativo é um engodo que conta com a participação do próprio eleitor, que não raro exige, em troca do voto, algum proveito, de modo que o voto constitui, por isso, apenas um expediente para legitimar e perpetuar o crime, afinal os eleitos não representam o eleitorado, mas os seus próprios interesses e os interesses dos grupos econômicos que os patrocinam;

 

Porque, apesar das fraudes, insistimos em perpetuar determinados criminosos no poder, e a tudo assistimos passivamente;

 

Porque a Polícia, que deveria, junto ao Ministério Público, formar instituição única, está subordinada ao Poder Executivo, de sorte que são prováveis investigados (Governadores, Prefeitos etc.) que em última análise comandam as investigações;

 

Porque criminosos políticos estão protegidos por um sem número de privilégios (foro privilegiado, imunidades parlamentares etc.) que os tornam grandemente imunes às investigações;

 

Porque a corrupção política traduz a nossa própria hipocrisia, a nossa indiferença, a nossa tendência ao jeitinho; afinal, corrupção é de algum modo interação/acordo entre corruptor e corrompido, entre eleitor e eleito;

 

Porque somos obrigados a votar, quando votar é um direito e não um dever, pois o eleitor tem, há de ter, a liberdade de votar em quem quiser, quando e se quiser, consciente e livremente;

 

Porque a democracia, essa desgastada metáfora, é uma palavra que remete a múltiplas relações de poder que nada têm de democráticas, relações frequentemente de violência e tirania e permanentemente em mutação (Michel Foucault);

 

Porque punir criminosos, embora necessário, não é o mais importante; o mais importante consiste em identificar as estruturas de poder que possibilitam o crime e mudá-las radicalmente, pois problemas estruturais demandam intervenções também estruturais e não apenas intervenções sobre indivíduos;

 

Porque insistimos em preservar instituições absolutamente desnecessárias: Senado Federal, Câmara Distrital etc;

 

Porque, em vez de enfrentar os problemas em suas causas, em suas raízes, tentamos combatê-las em suas consequências, tardia, burocrática e simbolicamente; e isso equivale a não combatê-las;

 

Porque temos um Estado excessivamente burocrático, que tudo pretende resolver por meio de leis, demagogicamente;

 

Porque multiplicar leis não significa evitar novos crimes, mas multiplicar novas violações à lei (Beccaria); e as leis desnecessárias enfraquecem as leis necessárias (Montesquieu);

 

Porque mais leis, mais juizes/tribunais, mais conselhos, mais prisões etc, pode significar mais presos, mas não necessariamente menos delitos (Jeffery);

 

Porque o povo brasileiro acredita ser livre, mas está enganado: é livre apenas durante as eleições dos membros do Executivo e do Parlamento, pois, eleitos os seus membros, ele volta à escravidão, é um nada (Rousseau); é que a participação popular se limita ao sufrágio a cada quatro anos; mas eleitos “seus” representantes, não se tem qualquer controle sobre seus atos, e o cidadão, convertido em objeto e não sujeito da política, só poderá expressar sua indignação nas eleições seguintes; 

O Brasil é e continuará sendo um país corrupto simplesmente porque está estruturado para sê-lo!

 

Paulo Queiroz é Professor Universitário (UniCEUB) e Procurador Regional da República em Brasília

 

 

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

MENSAGEM: Tipos de professores

 Olá, coordenadores, diretores e supervisores!

O Blog Atividades Itinerantes preparou uma mensagem reflexiva para ser apresentada na primeira reunião pedagógica do ano letivo, e o Blog Atualidade em Debate reproduz aqui para você. Ela promove uma autoavaliação no que tange o comportamento ético/profissional dentro da instituição de ensino, além de finalizar valorizando o bom profissional. Leiam:




























terça-feira, 23 de novembro de 2021

Paternalismo

 

Um tipo de prática que vai contra o desenvolvimento das instituições democráticas - Imagem: reprodução.

Ao viver no regime democrático, muitos acreditam que a escolha dos representantes políticos deve estar atrelada a um processo de identificação sincero entre um candidato e seus possíveis eleitores. Nesse contexto, a vitória de um determinado representante político seria a consequência natural de uma ideologia e de um projeto político que vencem as eleições ao melhor que atender aos anseios da população.

 

Apesar de toda a coerência perceptível nesse tipo de situação, observamos que o desenvolvimento das práticas políticas não ocorre somente dessa forma. Quantas e quantas vezes não vemos alguém professando o seu voto em algum político como uma retribuição a um favor anteriormente atendido? É nesse tipo de situação que observamos uma clara manifestação do chamado paternalismo político.

 

A prática paternalista acontece geralmente quando um candidato ou governante oferece um favor em troca de algum outro benefício. Dessa forma, ao invés de representar honestamente apenas o interesse daqueles que o elegeram, o político abusa do poder que tem em mãos para se perpetuar em cargos ou atingir outras metas. Em suma, vemos que a relação de representatividade perde amplo espaço para as simples relações de troca.

Geralmente, o paternalismo acontece em países ou regiões em que as condições de vida da população está carcomida por graves problemas. Aproveitando dessa situação, o político facilmente atinge seus objetivos ao conceder favores que usualmente resolvem de forma paliativa os dilemas daquele grupo social. Com isso, a realização de projetos de grande transformação se anula pela tentação de soluções imediatistas.

 

Em muitas situações, observamos que os políticos paternalistas são venerados como “homens fortes”. De fato, a sua força gira em torno de atrair o apoio irrestrito de eleitores que não veem mal em eleger alguém que “rouba, mas faz”. Atualmente, o aprimoramento das leis, a educação e aplicação de políticas sociais consistentes são vistos como soluções para que o paternalismo e seus representantes percam força.

(Mundo Educação)

Por Rainer Sousa -Mestre em História